Domingo, Setembro 13, 2009
Que caminho seguir numa encruzilhada?
Que fazer quando tudo está baralhado?
Onde nos levará esta ou outra estrada
Se temos o mesmo pensamento parado?
Porque cometemos os mesmos erros
Quando a situação nos parece familiar?
Porque desatamos em altos berros
Se não temos luz para nos iluminar?
Porque temos sempre tanta pressa
Em fugir do que não podemos realizar?
Aquilo que no caminho se atravessa
Deve ser aquilo que temos de ultrapassar
Tudo o que precisas está no teu interior
Todas as dúvidas têm lá sua resposta
Se parares, calares e sentires o amor
Sentirás que começas a ganhar a aposta
Não procures nunca fora de ti! É hora!
De ultrapassares velhas concepções
O segredo está em sentir que é agora
Magia interna em todas as direcções
José António
Lisboa, 13 de Setembro de 2009
(Fotos de Isabel)
Sábado, Agosto 22, 2009
Segunda-feira, Julho 06, 2009
CÉLULAS DO CORPO DO UNIVERSO...
CÉLULAS DO CORPO DO UNIVERSO
Células do Corpo do Universo
É o que os seres humanos são
E o que se transmite neste verso
Vem da Fonte Última. É intenção!
Continuamos a andar pela vida fora
E não sabemos simplesmente ver
Que todos somos apenas UM, agora
Que todos somos apenas um SER
O que fazemos ou deixamos de fazer
O que pensamos ou deixamos de pensar
Afecta as células do Corpo deste SER
Interage com toda a forma de estar
As partículas que nos formam emanaram
Do Eterno Campo da Energia Universal
Sendo a intenção a força que trouxeram
De voltarem para o campo transcendental
Se todos tomarmos disto consciência
Se como células dum corpo funcionarmos
Estamos perto da expressão da essência:
Sermos Divinos e assim nos comportarmos
Lisboa, 06/07/2009
Células do Corpo do Universo
É o que os seres humanos são
E o que se transmite neste verso
Vem da Fonte Última. É intenção!
Continuamos a andar pela vida fora
E não sabemos simplesmente ver
Que todos somos apenas UM, agora
Que todos somos apenas um SER
O que fazemos ou deixamos de fazer
O que pensamos ou deixamos de pensar
Afecta as células do Corpo deste SER
Interage com toda a forma de estar
As partículas que nos formam emanaram
Do Eterno Campo da Energia Universal
Sendo a intenção a força que trouxeram
De voltarem para o campo transcendental
Se todos tomarmos disto consciência
Se como células dum corpo funcionarmos
Estamos perto da expressão da essência:
Sermos Divinos e assim nos comportarmos
Lisboa, 06/07/2009
José António
(Foto de Isabel)
Domingo, Junho 28, 2009
Parabéns, Sofia!
Ontem foi um dia especial.
A Sofia teve a sua Festa de Finalistas e foi uma linda festa.
Na Escola Técnica Psicosocial de Lisboa todos os alunos dos três anos participaram na Festa.
O sprofessores, os alunos e as famílias, todos pareciam ter-se ligado em rede para que tudo corresse bem e estes jovens finalistas partissem para o seu futuro com o coração cheio de felicidade.
Querida Sofia, hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.
Sê Feliz!
Isabel
(Fotos de Isabel tiradas durante a Festa da ETPL).
Domingo, Junho 14, 2009
SABEDORIA
SABEDORIA
Dei por mim a perguntar:
Onde está a Sabedoria?
Se existir, onde a encontrar?
Será uma espécie de magia?
E porquê esta necessidade
De saber, de ser e de sentir
De buscar a eterna verdade
Que se está desde já a pressentir?
E ouvi uma voz que me dizia
Dentro de mim, tão baixinho:
“Não digas nada, apenas vigia,
Encontrarás sempre o Caminho”.
Olha à tua volta, atentamente,
Não faças juízos de valor.
É a tua mente que te mente
E não sente a essência duma flor
O Sol a raiar, a chuva a cair
Os ventos em força a gemer…
A Natureza, para sempre a parir
Em todo o esplendor do SER…
Um sorriso pronto a despontar
Um lágrima quase furtiva a cair
Uma criança que quer brincar
A Esperança que se quer intuir…
A força de dispersão a funcionar
Em contraponto com a da coesão
Aquela vontade de querer amar
De tudo sentir com o Coração…
A palavra simples e certeira
O Silêncio que se quer interior
A entrega leal, tão verdadeira,
Como o perfume duma bela flor…
Um abraço que se quer dar
Para pôr fim à fria rejeição…
Uma finta, para se poder evitar
Uma dor profunda no coração…
E nasce dentro de nós a certeza
De que uma única e só energia,
Produz, assim, a união e a beleza
Como que por um passe de magia
E sentimos e sabemos, lá no fundo
Que tudo e todos, somos UM SÓ,
Que aquilo tudo que existe no mundo
É para partilhar sem qualquer dó
Ao sentirmos esta eterna conclusão
Vemos que toda a nossa energia
Está impregnada, no nosso coração,
E mergulhada na imensa Sabedoria
Sabedoria que em todo o lado está
Oculta, por vezes, ou à nossa vista…
E se querermos aceder à que há,
Olhamos o horizonte que se avista.
Horizonte que sempre nos aponta
Para o nobre silêncio, tão reparador…
No mundo, estamos só por nossa conta,
À procura do Amor, no nosso interior.
Lisboa, 03/Junho/2009
José António
Onde está a Sabedoria?
Se existir, onde a encontrar?
Será uma espécie de magia?
E porquê esta necessidade
De saber, de ser e de sentir
De buscar a eterna verdade
Que se está desde já a pressentir?
E ouvi uma voz que me dizia
Dentro de mim, tão baixinho:
“Não digas nada, apenas vigia,
Encontrarás sempre o Caminho”.
Olha à tua volta, atentamente,
Não faças juízos de valor.
É a tua mente que te mente
E não sente a essência duma flor
O Sol a raiar, a chuva a cair
Os ventos em força a gemer…
A Natureza, para sempre a parir
Em todo o esplendor do SER…
Um sorriso pronto a despontar
Um lágrima quase furtiva a cair
Uma criança que quer brincar
A Esperança que se quer intuir…
A força de dispersão a funcionar
Em contraponto com a da coesão
Aquela vontade de querer amar
De tudo sentir com o Coração…
A palavra simples e certeira
O Silêncio que se quer interior
A entrega leal, tão verdadeira,
Como o perfume duma bela flor…
Um abraço que se quer dar
Para pôr fim à fria rejeição…
Uma finta, para se poder evitar
Uma dor profunda no coração…
E nasce dentro de nós a certeza
De que uma única e só energia,
Produz, assim, a união e a beleza
Como que por um passe de magia
E sentimos e sabemos, lá no fundo
Que tudo e todos, somos UM SÓ,
Que aquilo tudo que existe no mundo
É para partilhar sem qualquer dó
Ao sentirmos esta eterna conclusão
Vemos que toda a nossa energia
Está impregnada, no nosso coração,
E mergulhada na imensa Sabedoria
Sabedoria que em todo o lado está
Oculta, por vezes, ou à nossa vista…
E se querermos aceder à que há,
Olhamos o horizonte que se avista.
Horizonte que sempre nos aponta
Para o nobre silêncio, tão reparador…
No mundo, estamos só por nossa conta,
À procura do Amor, no nosso interior.
Lisboa, 03/Junho/2009
José António
(Fotos de Isabel)
Segunda-feira, Maio 25, 2009
Poema - do Rio da Vida fluíndo ...


Nas vagas alterosas do Rio
as cores, fortes
lembram pedaços de mim
escritos por outrém...
E é também assim a vida,
fragmentos
coloridos de sofrer,
vitrais
através dos quais
primeiro vemos
o Rio passar,
depois descobrimos
que Somos
o próprio Rio...
Fazemos a travessia
com medo
às vezes, com nostalgia
mas sempre na Magia
do Encontro
com o NOVO...
O Rio
é essa descoberta,
a côr,
a Vida aberta
ao Ser profundo
que se desvela...
E quando o Rio parece
Solidão
eis que surge
a côr, o som, o traço
redentor
e a comunicação se faz
entre fragmentos
do Rio,
entre ilusões de ser-eu
agora menos sós.
O Rio,
essa Mãe
de todos os Budas
essa incandescência
de todas as cores
essa Maya
que é Mãe
de Sabedoria...
No Rio
as cores, fortes
lembram pedaços de mim
escritos por outrém...
E é também assim a vida,
fragmentos
coloridos de sofrer,
vitrais
através dos quais
primeiro vemos
o Rio passar,
depois descobrimos
que Somos
o próprio Rio...
Fazemos a travessia
com medo
às vezes, com nostalgia
mas sempre na Magia
do Encontro
com o NOVO...
O Rio
é essa descoberta,
a côr,
a Vida aberta
ao Ser profundo
que se desvela...
E quando o Rio parece
Solidão
eis que surge
a côr, o som, o traço
redentor
e a comunicação se faz
entre fragmentos
do Rio,
entre ilusões de ser-eu
agora menos sós.
O Rio,
essa Mãe
de todos os Budas
essa incandescência
de todas as cores
essa Maya
que é Mãe
de Sabedoria...
No Rio
“os que buscam"
encontram-se em cores,
em tons, em traços
que retratam
o próprio RIO,
"mãe de iluminação".
Pudessem todos os Seres
não ter medo
da Travessia...
do encontro
com a própria côr,
o próprio som, a Magia
da transformação
do fragmento
na Água do Rio que sacia...
encontram-se em cores,
em tons, em traços
que retratam
o próprio RIO,
"mãe de iluminação".
Pudessem todos os Seres
não ter medo
da Travessia...
do encontro
com a própria côr,
o próprio som, a Magia
da transformação
do fragmento
na Água do Rio que sacia...
Isabel Nobre
(Fotos de Isabel.
Domingo, Maio 10, 2009
ESTRUTURAS DA VIDA
ESTRUTURAS DA VIDA
As unidades estruturais da vida
Não são os átomos ou as células
São as abstracções bem urdidas
Bem presentes nas moléculas
Essas abstracções estão no ADN
São informações e subtis energias
Tornando toda a vida tão perene
São mãe e pai de todas as magias
Os pensamentos e emoções fluem
A partir dos impulsos da inteligência
Como todas as realizações, confluem
A partir do Nada da Transcendência
Dessa sopa de todas as potencialidades
Surge a Vida UNA com toda a pujança
Dá origem e organiza as realidades
Do caos inicial também a ordem alcança
É uma força que tudo percorre e vitaliza
Matéria Negra que de negra nada tem
Subtil energia que tudo É e tudo organiza
E mora no coração de quem faz o BEM
Fantástico arquitecto que tudo programou
Desde o Big Bang que tudo continha e era
Até à própria vida que fortemente soprou
E na diversidade a Si mesmo se supera
Lisboa, 10/Maio/2009
As unidades estruturais da vida
Não são os átomos ou as células
São as abstracções bem urdidas
Bem presentes nas moléculas
Essas abstracções estão no ADN
São informações e subtis energias
Tornando toda a vida tão perene
São mãe e pai de todas as magias
Os pensamentos e emoções fluem
A partir dos impulsos da inteligência
Como todas as realizações, confluem
A partir do Nada da Transcendência
Dessa sopa de todas as potencialidades
Surge a Vida UNA com toda a pujança
Dá origem e organiza as realidades
Do caos inicial também a ordem alcança
É uma força que tudo percorre e vitaliza
Matéria Negra que de negra nada tem
Subtil energia que tudo É e tudo organiza
E mora no coração de quem faz o BEM
Fantástico arquitecto que tudo programou
Desde o Big Bang que tudo continha e era
Até à própria vida que fortemente soprou
E na diversidade a Si mesmo se supera
Lisboa, 10/Maio/2009
José António
(Foto de Isabel)
Domingo, Maio 03, 2009
DIA DA MÃE - DEDICADO A TODAS AS MÃES!!!

PARA AMBAS AS NOSSAS MÃES, COM AMOR:
Para a minha Mãe, com Amor... (Isabel)
Esta caixa tão singela
Que parece estar vazia
Esconde, afinal, dentro dela,
Por um acto de magia,
Muitos beijos e Amor
Para quem é uma Flor!
Assim, sempre que sentir
No coração um vazio,
Pode esta caixinha abrir
E logo se solta um rio
Que apaga qualquer dor,
Pois que é líquido Amor!
Isabel
Minha Mãe.... (José António)
Um Anjo era a minha Mãe
De asas suaves e leves
E era doce, também,
Com gestos delicados e breves.
A vida sempre lhe foi dura,
Apagando-lhe o sorriso,
Mas sua imagem perdura
Em gesto delicado e preciso.
Guardo apenas suas essência
Bem dentro do coração,
E é nessa transcendência
Que sinto na minha a sua mão.
José António
Lisboa, 03 de Maio de 2009.
(Foto - Pintura de Nicholas Roerich).
Domingo, Abril 19, 2009
Celebrando a Fraternidade...
Arde como um archote, em noite escura
A Amizade que protege e embala,
Mas que é forte e sabe ser segura
Quando faz falta e a vida nos abala!
Fraternidade que é um Fio de Prumo
Que nos ajuda a descobrir a LUZ
E nos desvenda sempre qual o Rumo
Que mais adiante já ali reluz...
E por sabermos que não estamos sós
A vida é mais suave e mais brilhante!
Sabemos que podemos dar de nós...
Assim caminharemos adiante,
De mão na mão, como fazemos nós,
Sob um Sol de Luz Azul Vibrante!
Isabel
Lisboa 19 de Abril de 2009.
(Foto de Isabel)
Domingo, Abril 05, 2009
VIAGENS do SER - CÂNTICO À VIDA
VIAGENS DO SER
Transbordam lágrimas de mim
No chão da vida que escolhi
Pois quero fazer dela um SIM
E vivê-la AGORA, sempre e AQUI
Não quero olhar o passado
Tão pouco para o futuro
Aquilo que já está acabado
Não quero torná-lo num muro
Vou por aí nesta jornada
A viver sempre o presente
Olhos postos na alvorada
Atento àquilo que se sente
Olho para o mar sem fim
No céu, nuvens de algodão
Porque foi que aqui vim,
Se não p’ra abrir o coração?
Abri-lo a outras dimensões,
Olhar a vida com olhos de VER
Sentir sonhos, luz e emoções
Ter a intenção de apenas SER
Para onde vou, de onde venho,
Porque quero sempre partir?
Esta ânsia vem tão de antanho
Que somente te quero intuir
Ao que escolhi, tão grato estou,
Com o que aconteceu eu evoluí.
Penso que não sei para onde vou
Ao pé de mim, quero-te só a ti!
José António
Transbordam lágrimas de mim
No chão da vida que escolhi
Pois quero fazer dela um SIM
E vivê-la AGORA, sempre e AQUI
Não quero olhar o passado
Tão pouco para o futuro
Aquilo que já está acabado
Não quero torná-lo num muro
Vou por aí nesta jornada
A viver sempre o presente
Olhos postos na alvorada
Atento àquilo que se sente
Olho para o mar sem fim
No céu, nuvens de algodão
Porque foi que aqui vim,
Se não p’ra abrir o coração?
Abri-lo a outras dimensões,
Olhar a vida com olhos de VER
Sentir sonhos, luz e emoções
Ter a intenção de apenas SER
Para onde vou, de onde venho,
Porque quero sempre partir?
Esta ânsia vem tão de antanho
Que somente te quero intuir
Ao que escolhi, tão grato estou,
Com o que aconteceu eu evoluí.
Penso que não sei para onde vou
Ao pé de mim, quero-te só a ti!
José António
Lisboa, 03/Abril/2009.
(Fotos de Isabel).


